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ALRS
Por 5 a 0 Gleisi Hoffmann e o marido Paulo Bernardo são absolvidos no STF
Para a 2ª Turma da corte, não há provas contra a Senadora e presidente do PT
STF absolve senadora Gleisi Hoffmann e ex-ministro Paulo Bernardo da acusação de corrupção e lavagem de dinheiro por 5 a 0. Maioria também descartou caixa 2 na campanha de 2010. PGR acusou recebimento de R$ 1 milhão desviado da Petrobras; defesa alegou falta de provas e disse que denúncia se baseou em delatores. Foto: blog adriana nogueira






Inocentada por 5 a 0 no Supremo Tribunal Federal após quatro anos de uma perseguição implacável, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) celebrou de forma contida: postou uma imagem de sua vitória pouco depois de relatar que nada apagaria o sofrimento causado à sua família; agora, falta libertar Lula.

Em tuíte postado após a decisão da suprema corte, Gleisi escreveu sobre o sofrimento da família e os danos que uma acusação eminentemente política e persecutória produziram em sua imagem e em sua rotina de trabalho.
 
“Uma das principais lideranças do PT, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do partido, foi absolvida nesta terça-feira (19) da acusação de ter participado de esquema de corrupção e lavagem de dinheiro desviado da Petrobras”. Seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, e o empresário Ernesto Kugler também foram considerados inocentes das acusações da Lava Jato. Os ministros da segunda turma do STF (Supremo Tribunal Federal) entenderam que a PGR (Procuradoria-Geral da República) não conseguiu provar os crimes que foram imputados pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot. 
 

Resultado de imagem para GLEISI HOFFMANN E PAULO BERNARDO FELIZES

Foto: Blog Fernando Tupan



Os magistrados criticaram a estrutura da denúncia, considerada elaborada com base apenas em delações premiadas de pessoas com interesses pessoais em fazer acusações e que não apresentaram provas para corroborar seus depoimentos. “São tantas as incongruências e inconsistências nas delações premiadas que elas se tornam imprestáveis para sustentar qualquer condenação”, disse Ricardo Lewandowski. 
 
“Relator da Lava Jato no STF, Fachin considerou que a PGR não conseguiu comprovar que a petista recebeu dinheiro em troca de contrapartida e, portanto, ela não poderia ser condenada por corrupção passiva e consequente lavagem de dinheiro”.




STF/ BRASIL 247